Solimar Isaac

escritório de arquitetura e urbanismo

First Christian Church

Vodafone Head Office - Portugal


Em 1984, a Vodafone foi fundada, era uma empresa de pequeno porte. Hoje, é uma das principais empresas mundiais de telecomunicações móveis com atividades globais. Sede bem localizada Vodafone Português está na Avenida da Boavista no Porto (Porto), o homónimo de vinho do Porto e segunda cidade de Portugal global, depois de Lisboa.

O edifício super moderno foi desenhado pelos arquitectos José António Barbosa e Pedro Guimarães de Barbosa Guimarães Arquitectos.

O desejo do arquiteto, para refletir o credo da Vodafone “Vodafone Life, Life in Motion” conduzirá à criação de um edifício que desafia a estática e parece estar fora de equilíbrio. Três andares do edifício de oito pisos são subterrâneos. A secção transversal revela uma pegada desigual quase como se toda a estrutura havia caído do céu a uma grande velocidade e bateu-se para a terra onde se senta agora, só em parte exposto e ligeiramente despenteado. Totalmente desconstrutivista.

Na verdade, a fachada lembra-nos de um projeto de origami ligeiramente inacabadas que acabará por se tornar um modelo de escala de um museu, os pontos de vista dentro trazems variações de espaços angulares, desigual e agradavelmente resolvidas.

Um belo projeto contemporâneo e com muita personalidade. Fica ai a dica de uma boa arquitetura.

Abraços e beijos

Solimar Isaac

ARQUITETURA ESPACIAL

Uma pesquisa do governo britânico revela que a arquitetura espacial terá um rápido crescimento até 2030. O relatório encomendado pelo governo, intitulado ‘A forma dos novos empregos: possível surgimento de novas carreiras com os avanços da ciência e tecnologia’, defende que o Arquiteto Espacial será uma profissão com alta demanda nos próximos anos. Os desenvolvimentos científico-tecnológicos significam que arquitetos deverão buscar soluções que permitam morada física no espaço e em outros planetas. De acordo com o relatório, Arquitetos espaciais, pilotos e guias turísticos foram considerados os papeis mais aspirados na lista de empregos para o futuro.

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, disse: ” Uma prioridade para este governo é preparar a economia da Grã-Bretanha para o futuro e garantir que os jovens tenham acesso às oportunidades que as inovações científicas trarão. A forma dos empregos que estão por vir mostra o que será oferecido para a nova geração. Espero que isso inspire os jovens a melhorarem habilidades e treinarem o que irão precisar para o sucesso”.

Empresas como a Virgin Galactic e Sasakawa International Centre for Space Architecture (SICSA) estão avançando com projetos de turismo espacial. Sir Richard Branson revelou recentemente que a SpaceShipTwo, primeira companhia espacial comercial do mundo, tem vôos turísticos diários, planejados para começar no Porto Espacial Virgin Galactic, no Novo México. Desenhado por Foster and Partners, a pista de 3.048 metros do porto espacial está atualmente em construção e deve ficar pronta até o fim de 2010. Os atuais projetos da SICSA incluem uma estufa em Marte, postos lunares e veículos de exploração espacial.

Cores e estampas

O meu poste desta vez traz uma ampliação em uma casa de Fazenda na cidade de Tiete, interior de São Paulo.

Neste projeto o conforto é plenamente valorizado e a decoração abusou de cores e estampas, tendo como pano de fundo os elementos estruturais na cor branca. As grandes esquadrias trazem para o interior o lado bucólico da fazenda.

O resultado foi uma decoração aconchegante e com personalidade.

Beijos e até mais.

Arquiteta Solimar Isaac

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www.solimararquitetura.com

Elevador MAIS que panorâmico!

A Sears Tower, um dos edifícios mais imponentes dos Estados Unidos, inaugurou essa semana um elevador transparente, chamado The Ledge.

O passeio turístico no elevador mostra a cidade de Chicago inteirinha, abaixo de seus pés:

Quem vai?? Você vai??

Aos 101, Niemeyer conclui dois novos projetos e lança livro

Propostas são de uma torre de 60 m em Niterói e de um prédio que abrigará uma biblioteca árabe/sul-americana na Argélia

Ainda não há prazo para o início das duas obras; hoje, no Rio, arquiteto lança o livro ilustrado “Oscar Niemeyer 1999-2009″ e uma revista

Rafael Andrade/Folha Imagem

Oscar Niemeyer no seu escritório, em Copacabana; ele lança livro hoje com síntese de sua obra

SERGIO TORRES
CLAUDIA ANTUNES
DA SUCURSAL DO RIO

O arquiteto Oscar Niemeyer, 101, concluiu dois novos projetos imponentes -uma torre de 60 metros em Niterói (a 15 km do Rio) e o prédio que abrigará em Argel (Argélia) uma biblioteca árabe/sul-americana.
Ele lança hoje no Rio o livro ilustrado “Oscar Niemeyer 1999-2009″, síntese de sua obra nos dez últimos anos, e o quarto volume de “Nosso Caminho”, revista trimestral que edita com a mulher, Vera Lúcia.
Com 60 m de altura, avistada a quilômetros quando pronta, a torre em forma de cogumelo foi projetada para ficar a dez passos da baía de Guanabara -e é rara no portfólio do mais consagrado arquiteto brasileiro.
A Prefeitura de Niterói espera obter os R$ 19 milhões para a obra -ou ao menos parte deles- junto à iniciativa privada.
Ao projetar a torre, Niemeyer procurava algo para suprir o veto da Igreja Católica, em 2004, à catedral que desenhara para Niterói -projeto do qual se orgulhava; reputava-o como um de seus melhores em décadas de trabalho. Da mesma forma, também não seria erguida a catedral evangélica.
Quase lado a lado, as catedrais seriam destaques do Caminho Niemeyer, prédios do arquiteto ao longo da orla.
O primeiro deles, na década passada, foi o MAC (Museu de Arte Contemporânea), grande atração turística brasileira. Também estão prontas uma estação hidroviária, a praça JK, o Teatro Popular (em reforma) e um memorial. Os museus Oscar Niemeyer e do Cinema já têm os prédios erguidos.
“O tal Caminho Niemeyer vinha muito devagar, não havia dinheiro. De modo que, o tempo correndo assim lentamente, a gente vai tendo ideia. O projeto vai se modificando. A torre foi uma coisa que me ocorreu. Estava no meio da baía, lembrei da torre”, disse ele à Folha ontem no escritório de Copacabana (zona sul do Rio).
Para acompanhar as obras que estão em andamento, o arquiteto vai toda quarta a Niterói. Também projetou para o local um centro de convenções e uma nova estação de barcas.
“Estou me dedicando muito a essa obra em Niterói. Acho que vai ficar muito bom. O momento não dá ideia. Os prédios estão dentro da praça. No dia em que tivermos a praça completa, os prédios aparecem. Acho que essa obra em Niterói vai ser uma surpresa.”
Já o convite para construir a biblioteca na capital da Argélia veio no início do ano. Na década de 1970, Niemeyer projetou lá uma universidade e uma mesquita.
A construção será uma das principais sedes do projeto BibliAspa (Biblioteca América do Sul-Países Árabes), aprovado em 2005, com o objetivo de criar uma rede de centros de divulgação e pesquisa. Ainda não há previsão de construção, conclusão ou custos.
No Brasil, o projeto é dirigido por Paulo Daniel Farah, professor da USP. Tem um portal bilíngue na internet (www.bibliaspa.com.br).
Além da divulgação de textos literários e acadêmicos sul-americanos, árabes e africanos, a BibliAspa Brasil promove cursos e pesquisas sobre temas pertinentes às regiões.

MPF vai apurar supostas irregularidades em obra de Niemeyer em João Pessoa

Do UOL Notícias
Em São Paulo

O Ministério Público Federal (MPF) vai apurar supostas irregularidades na construção da Estação Cabo Branco de Ciência, Cultura e Artes, em João Pessoa. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurado em julho de 2008, o edifício sofre com rachaduras em sua estrutura, segundo nota divulgada pelo MPF. A prefeitura da capital paraibana terá de informar quais providências foram adotadas para resolver o problema.

  • Pedro Carrilho/Folha Imagem - 29.out.2008Com projeto assinado por Niemeyer, a obra da Estação Cabo Branco foi financiada pelo governo federal

A administração de João Pessoa também terá de informar quem foram os responsáveis pela fiscalização da obra durante sua execução, tanto por parte do poder público quanto pelo especialista da construtora.

Em nota, o MPF divulgou que pretende consultar cópias do convênio firmado entre a prefeitura e o Ministério da Ciência e Tecnologia para a construção do complexo científico e cultural, o contrato assinado com a construtora vencedora da licitação, e documentos técnicos como o diário de obra e o controle de concreto.

O Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura da Paraíba também será contatado para informar se houve visita técnica ou fiscalização na obra durante a execução.

No ano passado, o Ministério Público da Paraíba pediu a adaptação e correção de irregularidades ligadas à acessibilidade para cadeirantes e deficientes visuais na Estação Cabo Branco. De acordo com a Procuradoria do Cidadão, as adaptações foram feitas.

O projeto da estação também já havia causado polêmica entre ambientalistas, segundo a imprensa paraibana. O local onde o prédio se localiza é uma área de preservação ambiental.

Cambridge apresenta casa com emissão zero de carbono

Universidade se inspirou em sistema construtivo medieval do Mediterrâneo para o desenvolvimento do protótipo em Staplehurst

Rafael Frank

A Universidade de Cambridge (Reino Unido) apresentou uma casa de quatro dormitórios com emissão zero de carbono para ser produzida em larga escala. O projeto, intitulado “Crossway”, possui um modelo em tamanho real na cidade inglesa de Staplehurst.

O sistema construtivo é conhecido há mais de 600 anos.  O departamento de arquitetura da universidade inglesa se inspirou em casas medievais, por serem consideradas mais eficientes na contenção de emissões de gases causadores do efeito estufa. “O design é econômico e a construção, é relativamente fácil e rápida”, afirmou o desenhista Michael Ramage, do Departamento de Arquitetura da Universidade de Cambridge.

O projeto consiste basicamente em um arco de 20 metros coberto com terra e plantas. O design foi adaptado de uma técnica do mediterrâneo que utilizava tijolos, tradicional na região da Catalunha e popularizada no século 19 por arquitetos da região. Entretanto, os primeiros exemplos são oriundos de 1382, em Valência. Na versão mais atual, o concreto foi empregado para oferecer maior segurança à estrutura.

Além do uso de aquecedores solares, o projeto previu o emprego de aquecedor de 11kW que utiliza biomassa como combustível, para os dias de pouca incidência solar.  Papéis de jornal reciclado foram empregados no protótipo com a função de isolantes térmicos.

O governo britânico objetiva a construção de novas residências livres de emissões de gases causadores do efeito estufa até 2016. Atualmente, as casas são responsáveis por 27% das emissões de gases causadores do efeito estufa no país e o uso da energia solar não é recorrente.

Divulgação

Coréia do Sul constrói túnel com 48 m de profundidade


Está em construção um túnel submerso, que liga a cidade de Busan e a Ilha Geoje, na Coréia do Sul. Serão utilizadas 18 seções de concreto para completar os primeiros 3,2 km do túnel que irá integrar o projeto, com 8,2 km de extensão e custo de US$ 5,8 bilhões.

A obra está a 48m abaixo do nível da água, no Oceano Pacífico. Trata-se da segunda maior profundidade de um túnel submerso. A área possui geologia frágil e que demandou intervenções. Além disso, é necessário respeitar a janela de ventos fortes e até tufões para a execução d o empreendimento.

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O túnel está orçado em US$ 1,8 bilhões e interliga a segunda maior cidade da Coréia do Sul, Busan, à ilha de Geoje. Há ainda duas pontes de dois quilômetros que integram a rodovia. Atualmente, o único acesso à ilha é através de uma ferrovia de 140 km. As novas vias deverão ser entregues no final de 2010 e encurtar o percurso em 60 km.

Urbanismo sustentável

Paris Revi Gauche: urbanismo sustentável
Por Andressa Fernandes

imagens

Polêmico por sua arquitetura, inteligente pela abordagem sustentável: assim é o projeto Paris Rive Gauche, na capital francesa, que une três bairros (os quartiers parisienses) de Austerlitz, Tolbiac e Masséna. E inclui edifícios como a Biblioteca Nacional, projeto de Dominique Perrault, e a Universidade de Paris 7. A região passa por debate e reformulações desde os anos de 1990, com projetos de repercussão que ultrapassam o perímetro das edificações e chega à urbanização e à consciência dos parisienses.

A revitalização de sua área de 130 hectares (1,3 km²) surgiu com o objetivo de ligar o antigo bairro ao Rio Sena, ao superar a declividade do terreno e remanejar 26 hectares (260 mil m²) cobertos por linhas férreas, que ficavam entre o bairro e o rio. A idéia também inclui o desenvolvimento de um novo pólo econômico da cidade, tornando a região atrativa para indústrias e para a geração de emprego, e ainda promover a miscigenação urbana e social. Para isso, propõe reequilibrar, por exemplo, a quantidade de moradias sociais e estudantis e integrar a universidade à cidade.

“Paris Revi Gauche era o último bairro que ainda podia receber novas obras”, afirma Ana Rocha Melhado que, desde 2003, realiza uma pesquisa de pós-doutorado sobre a revitalização do local, pelo Departamento de Engenharia de Produção da Universidade de São Paulo, em parceria com a Université Pierre Mendés France (UPMF) e a Société d’Économie Mixte et d’Aménagement de la Ville de Paris (Semapa, a responsável pelo gerenciamento do projeto). As obras no Paris Revi Gauche ainda devem durar cerca de dez anos.

imagens divulgação Semapa

Sustentabilidade aplicada
Segundo Ana Rocha, no início do projeto a preocupação era mais social que sustentável. Aos poucos, itens como a redução no consumo de energia, gestão da água, redução da poluição sonora e melhoria de moradias e construções foram incorporadas e passaram a nortear o projeto, ao lado da necessidade de novos empregos, transporte e lazer.

Todos os prédios construídos nos últimos quatro anos passaram a utilizar eletricidade gerada a partir da energia solar captada por painéis fotovoltaicos, além de sistemas de reúso de água. Até 2025, o consumo energético da região deverá ser reduzido a ¼ do que era em 2000.

Com a certificação da Semapa pela norma ISO 14001, algumas exigências passaram a determinar projetos arquitetônicos: prédios teriam de ter cinco fachadas, espaços para convivência e jardim no térreo, além de um telhado verde. “A Universidade de Física e Química já foi totalmente pensada dentro desses critérios de gestão de resíduos e redução de impactos ambientais”, afirma Ana. “Foi preciso que a luz natural entrasse por diversos ângulos da edificação, ao contrário do que acontece no modelo ‘caixote’ clássico, visto em construções mais antigas”, diz.

A opção por meios de transporte menos poluentes também faz parte do conceito do Paris Revi Gauche: além do metrô, há o programa Velib, de aluguel de bicicletas em pontos estratégicos do bairro. “O conceito de sustentabilidade vai muito além das soluções técnicas de conforto acústico e energia; é preciso ter o transporte adequado”, acredita a engenheira.

Arquitetura polêmica
As faculdades de Física, Química e Arquitetura já estão funcionando, junto das bibliotecas instaladas nos edifícios restaurados. Segundo Ana, a construção de edifícios residenciais no setor de Austerlitz deve começar em breve, enquanto as de Masséna e Tolbiac já estão prontas. Falta ainda agradar aos parisienses, que insistem na preferência pela arquitetura histórica.

Ana Rocha acredita que é possível trazer a idéia do Paris Revi Gauche para o Brasil, basta que as condições climáticas sejam revisadas. “Em São Paulo, esse conceito de urbanismo sustentável poderia ser utilizado na Operação Água Branca (criada em 1999, constitui-se de 13 obras que incluem a ampliação e alargamento de vias e abertura de novas ruas na região e viadutos sobre a linha férrea e o rio Tietê), mediante parceria entre capitais de investimento público e privado”, afirma.

Ana acredita também que o Brasil está tecnicamente preparado para tal projeto. A maior barreira, pondera, será a cultural. “Envolve uma mudança de comportamento, associada à educação”, diz.  A pesquisadora ressalta que o investimento pesado em comunicação e conscientização da sociedade parisiense foi essencial para que o projeto desse certo. Essa também deverá ser condição básica para sua implantação e sobrevivência em um país como o Brasil.

Jovem cria painéis solares

Jovem cria painéis solares com esmalte e acetona

BBC

Nicole Kuepper inventou o processo que barateou os custos

Nicole Kuepper inventou o processo que barateou os custos

Uma jovem cientista australiana criou células fotovoltáicas - usadas para transformar energia solar em energia elétrica - a partir de produtos parecidos com esmalte e acetona, uma impressora e um forno de pizza, baixando o preço da tecnologia.

Os painéis solares criados por Nicole Kuepper, de 23 anos, são bem mais simples e mais baratos dos que os tradicionais por não usar tecnologia de ponta, mas mantêm a mesma qualidade.

Kuepper, que é estudante da Universidade de Nova Gales do Sul e já patenteou o processo, conta que descobriu a fórmula “quase sem querer”.

“Eu estava fazendo os testes e esqueci de usar um produto. No final deu certo sem ele”, disse ela.

Processo
No processo, Kuepper pulveriza químicos parecidos com esmalte em células de silício e depois passa essas células finas por uma impressora comum que, em vez de tinta, usa acetona para moldá-las no formato certo.

Depois, o material é “assado” em um forno similar ao de pizza, numa temperatura mais baixa do que a do processo normal.

Segundo a estudante, o método cria painéis solares mais baratos e tão eficientes quanto os tradicionais. Os gastos com o processo são reduzidos por causa da simplicidade dos materiais usados e da tecnologia, além da temperatura mais baixa.

No método convencional, a temperatura utilizada na criação de painéis solares chega a até 800 graus Celsius. Com a nova técnica, a temperatura cai para 300 graus Celsius.

Além disso, o wafer de silício usado para fazer o painel solar tem a espessura de 50 micrômetros (μm), bem mais fino se comparado com o padrão de 250μm.

Com a invenção, batizada de iJET, a australiana pretende levar energia barata e limpa para regiões sem acesso à eletricidade, inclusive em países em desenvolvimento, como o Brasil.

“Quero oferecer aos dois bilhões de habitantes menos favorecidos que não possuem facilidades elétricas, condições de ler à noite ou de se manterem informados sobre o mundo através do rádio usando energia do sol”.

Colecionadora de títulos científicos de prestígio na Austrália, a jovem ressalta que, quando o método começar a ser comercializado, daqui a três anos, ele vai reduzir a emissão de gases poluentes causadores do efeito estufa e das mudanças climáticas.

A demanda por painéis solares está crescendo em todo o mundo, mas o material ainda custa caro. Para tornar sua casa auto-suficiente em energia, por exemplo, o australiano Michael Mobbs gastou cerca de R$ 70 mil, mas a longo prazo, a relação de custo-benefício compensa.

Mobbs não paga mais conta de luz, além de já ter economizado tudo o que gastou em 12 anos.
“Todo ano evito que cerca de quatro toneladas de carvão sejam queimadas e que oito toneladas de gases estufa sejam emitidos na atmosfera”, disse ele.